Manas Investem estreia coluna no InfoMoney para mulheres
O InfoMoney ganha nova colunista: Flávia Lanat, do Manas Investem, estreia espaço mensal dedicado à mulher investidora. Primeira edição já está no ar, em texto e vídeo.
O InfoMoney passa a contar com uma nova voz em seu time de colunistas. Flávia Lanat, fundadora da startup de educação financeira para mulheres Manas Investem, assinará uma coluna mensal dedicada a finanças pessoais, investimentos e independência financeira feminina. A primeira edição foi publicada nesta sexta-feira (4), em formato de texto no site e vídeo nas redes sociais.
A coluna nasce com a missão de aproximar mulheres do mercado financeiro. Advogada de formação, empreendedora e investidora desde os 13 anos, Flávia criou o Manas Investem após anos de atuação no mercado de capitais, movida pela percepção de que muitas mulheres ainda veem investimentos como um universo distante. A proposta, segundo ela, é reduzir barreiras que afastam parte do público feminino das decisões sobre dinheiro.
"Meu objetivo com a coluna é ampliar o acesso das mulheres ao mercado financeiro, tanto daquelas que ainda não investem quanto das que já investem e poderiam avançar ainda mais. Acredito que isso passa por oferecer conteúdo financeiro que converse com elas de forma clara, acessível e conectada à sua realidade", diz Flávia.
Os temas vão desde os primeiros passos de quem está começando até estratégias para quem já possui carteira e busca evoluir na construção de patrimônio. "Como fundadora do Manas Investem, quero ajudar a transformar o medo e o desconhecimento que muitas ainda sentem em relação ao dinheiro e aos investimentos em confiança, autonomia e tomada de decisão", afirma.
O Manas Investem nasceu como rede de educação financeira feminina, com o objetivo de aumentar a participação das mulheres no mercado e contribuir para a redução das desigualdades de gênero nos investimentos. Dados colhidos pela plataforma junto à B3 mostram que, dos 6,6 milhões de investidores pessoas físicas ativas na Bolsa em agosto de 2026, apenas 1,7 milhão são mulheres, em um país onde elas são a maioria da população.
Para Flávia, ampliar a presença feminina no mercado é questão de educação, acesso à informação e independência econômica. "Quero mostrar que o mercado financeiro também é lugar de mulher."