10 plantas mais mortais para cães: risco para os pets
Passear com o cachorro exige atenção: algumas plantas e flores são mortais para os caninos. Veja a lista das 10 mais perigosas, com base em guia da Universidade da Califórnia.
Passear com o cachorro é rotina, mas o que parece inofensivo pode virar emergência. Algumas plantas e flores comuns em jardins e calçadas são mortais para os cães, e a lista foi organizada com base no guia de classe de toxicidade da Universidade da Califórnia. A classificação vai da classe 1, que pode causar doenças graves ou morte, até a classe 4, que provoca dermatite, ou seja, erupção cutânea ou irritação.
A primeira da lista, com toxicidade classe 1, é o Rhododendron, também conhecido como Azaleia. Encontrada em regiões mais frias do país, como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Campos do Jordão, no interior de São Paulo, a planta é perigosa mesmo em pequenas quantidades. A menor ingestão pode exigir atendimento médico de emergência, principalmente se o animal for de raça menor.
Outra planta de classe 1 é o teixo, conhecido justamente pela toxicidade que pode levar à morte. Um pequeno punhado de suas agulhas pode ser fatal, e as agulhas afiadas com frutas vermelhas funcionam como um impedimento visual. Algumas sementes também representam risco para crianças.
A hortênsia aparece com toxicidade classes 1 e 4: além de irritante e dolorosa, pode ser potencialmente mortal, embora o cão precise consumir uma quantidade considerável para que seja fatal. No Brasil, a planta é comum no sul, com destaque para a Região das Hortênsias, comarca turística do Rio Grande do Sul que inclui Gramado, Canela, Nova Petrópolis, Picada Café, São Francisco de Paula e Caxias do Sul.
O narciso está nas classes 2 e 4, com toxicidade menor e efeitos de dermatite. Se o animal consumir alguma parte da planta ou beber a água em que os bulbos ficaram, pode sentir desconforto ou assaduras. No Brasil, o cultivo concentra-se no sul e sudeste, e muitas pessoas desenterram os bulbos para replantar no ano seguinte.
As tulipas também aparecem nas classes 2 e 4, consideradas levemente tóxicas, mas as toxinas ficam concentradas nos bulbos. Se comidos, podem deixar o animal muito mal e exigir visita ao veterinário. A hera (classes 2 e 4), as plantas de cebola e alho (classe 2), a castanha da índia e o laburno (oitavo e nono lugares, ambos classe 2) completam a lista.
Em décimo lugar está o ruibarbo, com toxicidade classe 3. Para humanos, a planta é comestível e usada para fins medicinais, com efeito laxante por causa dos senosídeos, além de propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Para os cães, no entanto, o ruibarbo causa irritações na boca, língua e garganta.
Se o cachorro ingerir qualquer uma dessas plantas, o caminho é procurar um veterinário imediatamente. A rapidez no atendimento faz diferença, principalmente nos casos de toxicidade classe 1. primeiros socorros para cães Manter o animal longe dessas espécies é a medida mais eficaz para evitar o risco. plantas seguras para ter em casa com pets