Economia

Augusto Cury critica polarização: "Brasil está cansado"

ResumoAugusto Cury, psiquiatra e escritor, criticou a polarização política no Brasil em publicação no Instagram, defendendo a união do melhor da direita e da esquerda para pacificar o país. A declaração ocorre após pesquisa Datafolha indicar 8% das intenções de voto para um candidato específico, contexto que reforça o cansaço nacional com o embate ideológico.

Em postagem no Instagram, Augusto Cury defendeu unir o melhor da direita e da esquerda, criticou a polarização e pediu pacificação. Pesquisa Datafolha mostra candidato com 8% das intenções de voto.

Helena Drumond
Helena Drumond Analista de criptoativos e fintechs · 07 de setembro de 2026
Augusto Cury critica polarização: "Brasil está cansado"

O escritor e candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, usou as redes sociais neste domingo, 6, para criticar a polarização política e defender um governo que una propostas de direita e esquerda. Em postagem no Instagram, ele afirmou que o "Brasil está cansado dessa polarização insana".

"Nós temos que ter o melhor da direita na nossa mente e o melhor da esquerda no coração", escreveu, em mensagem de agradecimento a apoiadores. Na sequência, explicou a ideia: "Temos que ter um Estado enxuto, empreendedorismo e meritocracia, menos impostos", disse, apontando para a mente. "Mas o coração tem que cuidar das pessoas que sofrem, que precisam ser abraçadas, feminicídio e escola pública que está desabando." O candidato encerrou pedindo união para pacificar o país.

A declaração ocorre em um momento de ascensão nas pesquisas. Há uma semana, Cury chamou atenção ao aparecer em terceiro lugar na disputa presidencial. Levantamento do Datafolha divulgado nesta quinta-feira, 3, mostra o escritor com 8% das intenções de voto. Com o avanço, o candidato passou a ser alvo dos adversários na corrida eleitoral.

A fala de Cury tenta se posicionar acima do embate entre os dois polos, em um cenário em que o eleitor diz estar cansado do confronto constante. Resta saber se a mensagem de conciliação vai se traduzir em votos ou se a polarização vai continuar dominando o debate público.

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