Economia

Lula: 'Voto definirá se teremos um Brasil que se apequena'

ResumoLula, presidente do Brasil, afirmou em publicação no X que o voto em 2026 definirá se o país se levanta ou se apequena diante de outras nações. A declaração ocorre em meio ao tarifaço dos Estados Unidos. Lula condiciona o futuro nacional à escolha eleitoral, sem mencionar candidatos ou partidos específicos.

Em publicação no X, Lula afirma que o voto em 2026 definirá se o Brasil se levanta ou se apequena diante de outros países. Declaração ocorre em meio ao tarifaço dos EUA.

Fábio Quaresma
Fábio Quaresma Especialista em finanças pessoais · 07 de setembro de 2026
Lula: 'Voto definirá se teremos um Brasil que se apequena'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a relacionar as eleições presidenciais à soberania nacional. Em publicação na rede social X, ele escreveu: "Amanhã é dia 7 de setembro, Independência do Brasil. Um dia fundamental para a gente lembrar que esse ano o seu voto define se teremos um Brasil que se levanta para proteger a nação ou um país que se apequena para outros países".

A declaração ocorre em meio ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre o Brasil e à disputa comercial aberta pelo governo norte-americano. A publicação foi acompanhada de um vídeo da propaganda eleitoral de Lula, que alterna imagens do candidato à Presidência pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, e do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, com falas sobre tarifas, negociação com o governo Trump e o Pix.

No vídeo, Lula afirma que "são traidores da Pátria", que "o Pix é do Brasil, é público e gratuito" e que "a gente não vai abaixar a cabeça". O locutor questiona: "Que Brasil você quer? Um país que se apequena para outros países ou um país que se levanta para defender a nação?".

Lula fará um pronunciamento na noite deste domingo em cadeia nacional de rádio e TV sobre o 7 de Setembro. O discurso terá 3 minutos e 43 segundos e, segundo o Broadcast Político, incluirá recado aos Estados Unidos, citando a defesa dos minerais críticos, a descoberta de petróleo na Margem Equatorial e a defesa do livre comércio, dizendo que nenhum país pode tutelar o Brasil sobre com quem pode vender ou comprar.

Leia também

Publicidade