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OceanPact (OCPT3) sobe 2,83% após aval do Cade à fusão

ResumoOceanPact (OCPT3) registra alta de 2,83% nas ações após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emitir parecer favorável à fusão com a CBO. A transação, aprovada sem restrições, tem conclusão prevista para setembro. O movimento positivo reflete a expectativa do mercado com a consolidação operacional e sinergias futuras entre as companhias.

As ações da OceanPact (OCPT3) operam em alta após o Cade emitir parecer favorável à fusão com a CBO. Papéis sobem 2,83% e transação deve ser concluída em setembro.

Helena Drumond
Helena Drumond Analista de criptoativos e fintechs · 01 de setembro de 2026
OceanPact (OCPT3) sobe 2,83% após aval do Cade à fusão

As ações da OceanPact (OCPT3) operam em alta nesta terça-feira (1º), após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emitir parecer definitivo e favorável à fusão entre a companhia e a CBO. Às 12h30, os papéis subiam 2,83%, cotados a R$ 10,55, com máxima do dia em R$ 10,76.

Com a aprovação, a transação deverá ser concluída em 16 de setembro, enquanto as ações da nova companhia devem estrear na B3 em 17 de setembro, já sem os direitos relativos às reivindicações da UP Coral. O Itaú BBA avaliou a decisão como positiva, por eliminar o risco de execução relacionado à fusão e permitir que o mercado concentre sua atenção na captura das sinergias esperadas com a combinação das empresas.

O banco estima sinergias de aproximadamente R$ 757 milhões, considerando o ágio da transação, benefícios fiscais do estaleiro, redução do tempo de inatividade e do tempo ocioso. Considerando a taxa de câmbio acordada, a ausência de sinergias e sua avaliação das reivindicações da UP Coral, o BBA estima que a nova companhia esteja atualmente sendo negociada a um dividend yield de aproximadamente 22% para 2027, com base em uma meta de alavancagem de 2,0 vezes a dívida líquida sobre o EBITDA.

Na avaliação do banco, esse nível de retorno potencial posiciona a companhia como uma das maiores pagadoras de dividendos entre as empresas acompanhadas pelo BBA. O que muda para o investidor com a fusão OceanPact-CBO

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