Economia

The Natural One avalia opções estratégicas, incluindo venda, segundo fontes

ResumoA fabricante brasileira de sucos The Natural One contratou os bancos Nomura e Itaú BBA para avaliar opções estratégicas, como venda total ou participação minoritária. A entrada de um parceiro pode acelerar a expansão internacional da empresa.

A fabricante brasileira de sucos The Natural One contratou os bancos Nomura e Itaú BBA para explorar opções estratégicas, incluindo a venda total ou de participação minoritária. Entrada de parceiro pode acelerar expansão internacional.

Marcelo Iorio
Marcelo Iorio Consultor de planejamento empresarial · 30 de julho de 2026
The Natural One avalia opções estratégicas, incluindo venda, segundo fontes

The Natural One avalia opções estratégicas, incluindo a venda

A fabricante brasileira de sucos The Natural One contratou os bancos de investimento Nomura e o Itaú BBA para explorar opções estratégicas, incluindo a venda de uma participação minoritária e a venda total da empresa, segundo fontes a par do assunto.

O que está em jogo para o consumidor

A entrada de um parceiro ajudaria a empresa, que comercializa sucos de frutas prontos para consumo principalmente no Brasil e na América do Norte, a se expandir mais internacionalmente, além de outros planos de crescimento, afirmaram as fontes.

Avaliação e números

Fundada em 2014, a The Natural One poderia atingir uma avaliação entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões com base no histórico de negociações de empresas semelhantes, disseram as fontes. A empresa gera mais de US$ 200 milhões em receita anualmente e mais de US$ 50 milhões em lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), afirmaram.

Quem são os investidores

Atualmente, entre os investidores da The Natural One estão seu fundador e presidente, Ricardo Ermirio de Moraes, e a empresa de investimentos brasileira Gávea Investimentos, que adquiriu uma participação minoritária na empresa em 2017, conforme noticiado anteriormente pela Reuters. Moraes é membro da família proprietária de um dos maiores conglomerados de investimentos do Brasil, a Votorantim SA, com participações nos setores industrial, de serviços financeiros e em outros negócios.

Processo em fase inicial

O processo está em fase inicial e provavelmente atrairá o interesse tanto de empresas de private equity quanto de empresas do setor de bebidas, disseram as fontes, que pediram anonimato para discutir um assunto confidencial. As negociações envolvendo empresas de sucos têm sido esporádicas nos últimos anos, com transações notáveis, incluindo a aquisição, no ano passado, da Harvest Hill, fabricante das marcas SunnyD e Juicy Juice, pelo conglomerado guatemalteco Castillo Hermanos, e a compra, em 2022, pela empresa de private equity PAI, das marcas Tropicana, Naked e outras marcas de sucos da PepsiCo.

Posicionamento oficial

Procurados, The Natural One, Nomura e Itaú BBA não comentaram.

Perguntas Frequentes

Por que a The Natural One está avaliando a venda?

Segundo fontes, a entrada de um parceiro ajudaria a empresa a se expandir mais internacionalmente e executar outros planos de crescimento.

Quanto a The Natural One pode valer?

A avaliação potencial está entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões, com base no histórico de negociações de empresas semelhantes.

Quem são os atuais investidores?

O fundador e presidente Ricardo Ermirio de Moraes e a Gávea Investimentos, que adquiriu participação minoritária em 2017.

O que muda para o consumidor?

Uma eventual venda ou parceria pode acelerar a expansão internacional da marca e trazer novos produtos ao mercado brasileiro.

Quem está assessorando o processo?

Os bancos de investimento Nomura e Itaú BBA foram contratados para explorar as opções estratégicas.

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