Economia

Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período

ResumoA taxa de desemprego no Brasil no segundo trimestre de 2025 foi de 5,4%, o menor nível já registrado pela série histórica do IBGE desde 2012. O resultado representa queda em relação ao primeiro trimestre (6,1%) e ao mesmo período de 2024 (5,8%). O país atingiu 103,1 milhões de pessoas ocupadas.

A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 5,4%, o menor nível já registrado pela série histórica do IBGE desde 2012. O resultado representa queda em relação ao primeiro trimestre (6,1%) e ao mesmo período de 2025 (5,8%). O país atingiu 103,1 milhões de pessoas ocupadas,

Helena Drumond
Helena Drumond Analista de criptoativos e fintechs · 30 de julho de 2026
Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período

A taxa de desemprego no segundo trimestre de 2026 ficou em 5,4%, o menor nível já registrado pela série histórica do IBGE desde 2012. O resultado representa queda em relação ao primeiro trimestre (6,1%) e na comparação com o mesmo período de 2025 (5,8%).

O Brasil atingiu 103,1 milhões de pessoas ocupadas, cerca de 1,081 milhão a mais que no primeiro trimestre. Já o número de desocupados caiu para 5,9 milhões, 718 mil pessoas a menos que no trimestre anterior.

Setores que mais contrataram

Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres, dois grupamentos se destacaram na criação de vagas:

  • Transporte, armazenagem e correio: alta de 3,9%, com mais 235 mil pessoas
  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: alta de 2,6%, com mais 489 mil pessoas

Informalidade e carteira assinada

O país registrou 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada e 13,6 milhões sem carteira no período de abril a junho. A taxa de informalidade, proporção de informais na população ocupada, ficou em 37,4%.

O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantias como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

Rendimento médio do trabalhador

O rendimento médio do trabalhador brasileiro foi de R$ 3.738, o maior já registrado para um segundo trimestre. No entanto, o valor fica abaixo do apurado no primeiro trimestre de 2026, que foi de R$ 3.765.

Contexto histórico e Caged

O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida nos trimestres encerrados em setembro de 2020 e março de 2021, durante a pandemia de covid-19.

A Pnad é divulgada no dia seguinte ao Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, que acompanha apenas empregos com carteira assinada. Em junho, o Caged registrou saldo positivo de quase 145,2 mil vagas formais. No acumulado de 2026, são 921,7 mil postos com carteira criados.

Perguntas Frequentes

O que significa a taxa de desemprego de 5,4%?

É o menor nível já registrado pela série histórica do IBGE desde 2012, indicando que 5,4% da força de trabalho está desocupada.

Quantas pessoas estão ocupadas no Brasil?

O país atingiu 103,1 milhões de pessoas ocupadas no segundo trimestre de 2026.

Qual o rendimento médio do trabalhador?

O rendimento médio foi de R$ 3.738, o maior para um segundo trimestre, mas abaixo do primeiro trimestre de 2026 (R$ 3.765).

O que é considerado informalidade pelo IBGE?

O IBGE considera informais empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, que não têm garantias como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

Qual a diferença entre Pnad e Caged?

A Pnad apura o mercado de trabalho como um todo, incluindo informais. O Caged acompanha apenas empregos com carteira assinada, com base no Ministério do Trabalho e Emprego.

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