Azevedo & Travassos Energia: Brava encerra venda de ativos no RN
A Azevedo & Travassos Energia foi comunicada pela 3R Potiguar, unidade da Brava Energia, sobre o encerramento unilateral das tratativas para compra de ativos no Rio Grande do Norte. A comunicação veio de forma inesperada, segundo a ATE.
A Azevedo & Travassos Energia (ATE) anunciou nesta quarta-feira que foi comunicada pela 3R Potiguar, unidade da Brava Energia, sobre o encerramento unilateral das tratativas para compra de ativos no Rio Grande do Norte. A comunicação, segundo a ATE, veio de forma inesperada, já que até a véspera as partes estavam em preparação intensa para o fechamento da operação, com previsão de conclusão até o final de setembro.
A negociação envolvia a compra pela Azevedo & Travassos Energia, em parceria com a Petro-Victory Energy Corp, dos ativos integrantes dos polos Porto Carão e Barrinha, na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, pertencentes à Brava. O negócio foi anunciado pela Brava em fevereiro do ano passado e abrangia 11 concessões de óleo e gás onshore no Rio Grande do Norte, em uma transação com valor total de US$ 15 milhões.
O encerramento unilateral das tratativas interrompe um processo que já estava em fase avançada de preparação para o fechamento. A ATE afirmou que a comunicação da unidade da Brava sobre o encerramento veio de forma inesperada, pois até a véspera as partes estavam em preparação intensa para a conclusão da operação, com previsão de fechamento até o final de setembro.
A operação envolvia ativos de óleo e gás onshore na Bacia Potiguar, região que concentra parte relevante da produção terrestre no Rio Grande do Norte. O negócio havia sido anunciado pela Brava em fevereiro do ano passado, com valor total de US$ 15 milhões, e incluía 11 concessões. A parceria com a Petro-Victory Energy Corp fazia parte da estrutura da compra pela Azevedo & Travassos Energia.
Procurada, a Brava Energia não se manifestou até a publicação desta reportagem. A ATE não informou se pretende adotar medidas formais em relação ao encerramento unilateral das tratativas. O mercado acompanha agora os próximos passos da companhia no Rio Grande do Norte e o impacto da decisão sobre o cronograma de aquisições previsto para o setor de óleo e gás onshore.