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Vale (VALE3) lucro líquido de US$ 1,37 bi no 2T26, queda de 35%

ResumoA Vale (VALE3) registrou lucro líquido de US$ 1,37 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 35% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado ficou abaixo da projeção da LSEG, de US$ 1,84 bilhão. O Ebitda ajustado da Vale (VALE3) subiu 9% na base anual, para US$ 3,67 bilhões.

A Vale (VALE3) registrou lucro líquido de US$ 1,37 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 35% ante o mesmo período de 2025, abaixo da projeção da LSEG, de US$ 1,84 bilhão. O Ebitda ajustado subiu 9% na base anual, para US$ 3,67 bilhões.

Marcelo Iorio
Marcelo Iorio Consultor de planejamento empresarial · 31 de julho de 2026
Vale (VALE3) lucro líquido de US$ 1,37 bi no 2T26, queda de 35%

Vale (VALE3) tem lucro líquido de US$ 1,37 bi no 2T26, queda anual de 35%

A Vale (VALE3) reportou lucro líquido de US$ 1,37 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 35% na comparação anual. O resultado ficou abaixo da projeção da LSEG, que esperava US$ 1,84 bilhão.

O Ebitda ajustado, que mede o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ficou em US$ 3,67 bilhões, com alta de 9% ante o mesmo período de 2025. Na comparação trimestral, houve leve recuo de 4%. A projeção da LSEG era de US$ 3,8 bilhões.

O que explica a queda no lucro da Vale?

A receita líquida de vendas somou US$ 10,5 bilhões no trimestre, em linha com a estimativa da LSEG. O lucro menor reflete, segundo a companhia, maiores custos e despesas, incluindo o aumento das atividades de concentração de minério de ferro, a suspensão das operações nas unidades de Fábrica e Viga, e a manutenção bienal programada em instalações downstream de Sudbury.

Ebitda Proforma e geração de caixa

No modelo Proforma, que exclui despesas dos acordos de Brumadinho e descaracterização de barragens, o Ebitda foi de US$ 4,06 bilhões, com alta anual de 19% e avanço trimestral de 4%. A margem Ebitda Proforma ficou estável em 39%.

A geração de Fluxo de Caixa Livre atingiu US$ 1,505 bilhão, crescimento de US$ 497 milhões na comparação anual. Segundo a Vale, o resultado foi impulsionado pelo maior Ebitda Proforma e menor pagamento de tributos. A liquidação financeira de derivativos gerou entrada de caixa de US$ 337 milhões, parcialmente compensada por maior saída de caixa com capital de giro.

Dívida da Vale: recuo e indicadores

A dívida líquida expandida recuou US$ 1,1 bilhão ante o trimestre anterior, encerrando junho em US$ 16,7 bilhões, dentro da faixa de referência da companhia, entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões.

A dívida bruta, incluindo arrendamentos, somou US$ 18,9 bilhões, praticamente estável. O prazo médio caiu de 8,4 para 8,1 anos, e o custo médio anual da dívida, após hedge cambial e de juros, ficou em 5,6%, ante 5,5% no trimestre anterior.

O que disse o presidente da Vale

"Entregamos resultados sólidos na comparação anual em todos os negócios, com o minério de ferro atingindo sua maior produção para um segundo trimestre desde 2018 e o cobre seu melhor segundo trimestre em nove anos", afirmou Gustavo Pimenta, presidente da empresa, em nota. Ele destacou a geração de Ebitda e fluxo de caixa como demonstração da força e resiliência da Vale em ambiente global dinâmico.

Perguntas Frequentes

Qual foi o lucro líquido da Vale no 2T26?

Foi de US$ 1,37 bilhão, queda de 35% na comparação anual.

O resultado ficou acima ou abaixo das expectativas?

Ficou abaixo da projeção da LSEG, que era de US$ 1,84 bilhão.

Qual foi o Ebitda ajustado da Vale no período?

O Ebitda ajustado foi de US$ 3,67 bilhões, alta de 9% ante o 2T25.

Quanto a Vale gerou de fluxo de caixa livre?

A geração foi de US$ 1,505 bilhão, com crescimento de US$ 497 milhões na comparação anual.

Como está a dívida da Vale?

A dívida líquida expandida recuou para US$ 16,7 bilhões, dentro da faixa de referência da companhia.

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