IRB, CVC, GPS, Vibra, CPFL: radar de ações de hoje
O radar corporativo desta terça-feira (8) traz renúncia no IRB, emissão de R$ 1,4 bi da Vibra, renegociação da CVC e dividendos da CPFL. Confira os destaques.
O radar corporativo desta terça-feira (8) traz movimentos relevantes em IRB (IRBR3), Vibra (VBBR3), CVC Corp (CVCB3), CPFL (CPFE3), GPS, Movida, Gafisa e Viveo. Entre os destaques, renúncia no conselho do IRB, emissão de debêntures bilionária na Vibra e renegociação de dívida na CVC.
O IRB (IRBR3) informou a renúncia de Jorge Lauriano Nicolai Sant'Anna ao cargo de membro suplente do presidente do Conselho de Administração, após seis anos na função. Para substituí-lo, a União Federal, detentora da golden share da companhia, indicou Débora Freire Cardoso, atual secretária de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
Já a Vibra (VBBR3) teve seu Conselho de Administração aprovando a 11ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em até duas séries, no valor total inicial de R$ 1,4 bilhão. A CPFL (CPFE3), por sua vez, definiu a data de pagamento de R$ 700 milhões em dividendos.
No setor de viagens, a CVC Corp anunciou uma operação de renegociação de sua dívida, que prevê redução do custo financeiro, alongamento de vencimentos até 2029 e diminuição das saídas de caixa previstas para os próximos 12 meses. A companhia possui aproximadamente R$ 400 milhões em dívida e já recebeu manifestações de intenção de cerca de R$ 200 milhões para adesão às novas condições.
A GPS concluiu, por meio de sua controlada Marfood, a aquisição de 100% da Unidade Catering (Uniflex), operação anunciada em junho e finalizada após o cumprimento das condições precedentes. A Moody's Local Brasil manteve o rating de emissor da Movida em AA+.br, com perspectiva estável, reafirmando também as classificações das debêntures sem garantia real da companhia.
No mercado de participações, a LAD Capital informou que passou a deter 7,97 milhões de ações ordinárias da Gafisa, equivalentes a 4,97% do capital social, com objetivo exclusivamente de investimento. O BTG Pactual, por sua vez, subscreveu inicialmente 11.123 ações da Viveo no aumento de capital, comprometendo-se a exercer o máximo de direitos de subscrição de sobras, limitado a uma participação de até 19,9% do capital total e votante da companhia.