Day Trade hoje (17): Ibovespa testa os 185 mil
Ibovespa fechou em queda de 0,51%, aos 185.547 pontos, e segue em consolidação após valorização recente. Índice permanece acima das médias de 9, 21 e 200 períodos, mas pressão vendedora no curto prazo pede atenção.
O Ibovespa voltou a recuar na última sessão, com queda de 0,51%, aos 185.547 pontos. Durante o pregão, oscilou entre a mínima de 184.753 pontos e a máxima de 186.738 pontos. O índice chegou a perder a região dos 185 mil pontos, mas reagiu e encerrou novamente acima desse patamar.
Na leitura técnica, o recuo mantém o índice em fase de consolidação após a forte valorização recente. O movimento preserva os suportes imediatos, embora a pressão vendedora no curto prazo ainda exija atenção.
O que o gráfico diário mostra
No gráfico diário, o Ibovespa continua acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo a estrutura principal de alta. O IFR (14), em 64,70 pontos, está em faixa neutra, mas ainda próximo da região de sobrecompra. A queda do indicador acompanha a correção e reduz parte do movimento esticado observado anteriormente.
Para retomar uma trajetória mais consistente de alta, o índice precisa superar a resistência em 189.487/192.890 pontos. Acima dessa faixa, poderá buscar a máxima histórica de 199.354 pontos. Na direção contrária, a perda do suporte e das médias em 185.200 pontos poderá aprofundar a correção até 178.000/176.420 pontos. Abaixo desses níveis, os alvos seguintes ficam em 164.835 pontos e, como objetivo mais longo, 161.745 pontos.
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa encerrou abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando enfraquecimento da estrutura de curtíssimo prazo. Para recuperar o fluxo comprador, será necessário superar inicialmente a resistência em 187.650/189.030 pontos e, na sequência, os 191.340 pontos. Caso essa região seja rompida com volume, os próximos alvos projetados são 192.545/195.280 pontos e, posteriormente, 196.725/198.665 pontos.
Na ponta vendedora, os suportes imediatos estão em 184.980/183.845 pontos, seguidos pelos 179.730 pontos. A mínima da sessão rompeu momentaneamente a primeira referência, mas o fechamento ocorreu novamente acima dela, sem confirmação da perda da faixa. Um rompimento com volume poderá ampliar o fluxo vendedor em direção a 177.155/173.660 pontos. Em uma correção mais extensa, os objetivos seguintes ficam em 171.420/169.330 pontos.
Mini-índice, minidólar e Bitcoin
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão em baixa de 0,60%, aos 187.600 pontos. O contrato permanece em correção, embora tenha apresentado recuperação no fim da sessão, fechando acima das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Nesse intervalo, o primeiro suporte está em 187.365/186.685 pontos e a resistência imediata, em 188.400/189.555 pontos. No diário, a estrutura principal segue positiva, com o WINV26 acima das médias de 9, 21 e 200 períodos. No gráfico de 60 minutos, terminou abaixo das médias curtas, mantendo o sinal de alerta para possível continuidade da correção.
Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (16/09) em queda de 0,10%, aos 5.166 pontos. A leve queda mostrou perda de força no curtíssimo prazo, com o contrato encerrando abaixo das médias no gráfico de 15 minutos. Para o próximo pregão, o suporte imediato está em 5.155,5/5.145 e a resistência, em 5.180,5/5.202,5. No diário, a formação de um spinning top entre as médias reflete equilíbrio entre compradores e vendedores. O gráfico de 60 minutos apresenta leve viés negativo, com o ativo abaixo das médias de 9 e 21 períodos, embora ainda próximo delas.
Os contratos futuros de Bitcoin (BITU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão em leve queda de 0,10%, aos 391.880 pontos. No diário, o contrato permaneceu praticamente estável, mas ainda sob pressão vendedora, negociando abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos, configuração que mantém o viés negativo no curto prazo. O IFR (14), em 52,28, segue em região neutra. Para ampliar o movimento de baixa, o contrato precisa perder a região de 384.100/369.655 pontos, com alvos em 351.920/325.795 pontos e, em movimento mais longo, 312.820/301.750 pontos. No sentido contrário, a retomada do fluxo comprador dependerá da recuperação das médias e da superação de 420.120/430.895 pontos, com espaço para avançar até 457.495/472.840 pontos e, mais distante, 514.500/583.200 pontos.
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