Economia

Aportes para estatais em 2027: Correios e Eletronuclear lideram

ResumoO PLOA 2027 prevê aportes de R$ 6 bilhões para os Correios e R$ 653 milhões para a Eletronuclear, conforme o ministro Bruno Moretti. Os valores lideram os investimentos em estatais no próximo ano. A destinação reforça a capitalização das empresas para projetos estratégicos, sem detalhamento adicional de áreas específicas no documento orçamentário.

Os principais aportes previstos no PLOA 2027 em estatais são R$ 6 bilhões para os Correios e R$ 653 milhões para a Eletronuclear, segundo o ministro Bruno Moretti. Entenda o que isso significa.

Helena Drumond
Helena Drumond Analista de criptoativos e fintechs · 01 de setembro de 2026
Aportes para estatais em 2027: Correios e Eletronuclear lideram

Os principais aportes previstos pelo Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2027 para estatais são R$ 6 bilhões para os Correios e R$ 653 milhões para a Eletronuclear. A informação foi confirmada nesta segunda-feira, 31, pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, durante coletiva sobre o PLOA.

Segundo Moretti, "os outros têm valores insignificantes. Muito pequenos". A declaração indica que a maior parte do investimento público em empresas estatais no próximo ano estará concentrada em duas companhias: a de logística e a de energia nuclear.

O valor que será efetivamente usado por deputados e senadores, porém, tende a ser maior. Questionado sobre emendas, o ministro afirmou que somente as emendas impositivas serão projetadas no PLOA. Ele detalhou que são R$ 44,8 bilhões em 2027.

Ou seja, o orçamento previsto para estatais já nasce com um piso alto, mas o montante final pode crescer com a tramitação no Congresso. Para quem acompanha o setor público, a leitura é clara: Correios e Eletronuclear concentram a prioridade do Executivo, enquanto as demais estatais terão espaço reduzido no orçamento do próximo ano.

A diferença entre o previsto e o executado é um ponto de atenção. Emendas impositivas têm caráter obrigatório, mas a liberação depende do ritmo do governo. Acompanhar a execução orçamentária ao longo de 2027 será essencial para saber se os R$ 6 bilhões dos Correios e os R$ 653 milhões da Eletronuclear sairão do papel.

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