Nike fica fora da final da Copa com disputa de seleções patrocinadas pela Adidas
A final da Copa do Mundo de 2026 terá duas seleções vestindo Adidas, deixando a Nike de fora pela primeira vez em 20 anos. O feito marca a maior concentração de marcas em uma decisão desde 2006 e acirra a rivalidade no mercado de materiais esportivos.
Você já sentiu aquele aperto ao ver o cartão estourar no fim do mês? Saber para onde cada real foi é o primeiro passo para sair do sufoco. A Copa do Mundo de 2026 trouxe uma virada inesperada no mercado de patrocínios: pela primeira vez desde 2006, a Nike não terá representantes na final. As duas seleções que disputam o título vestem Adidas, um feito que acirra a rivalidade entre as gigantes do material esportivo.
Pela primeira vez desde 2006, a Nike não terá seleções na final da Copa do Mundo. As duas equipes que disputam o título em 2026 são patrocinadas pela Adidas. O fato reflete a estratégia da marca alemã de concentrar investimentos em seleções de alto desempenho, enquanto a Nike diversificou seu portfólio com times de menor projeção no torneio.
Por que a Nike ficou de fora da final da Copa?
A Nike patrocinou 13 das 32 seleções na Copa de 2026, incluindo favoritas como Brasil, França e Inglaterra. No entanto, todas foram eliminadas antes da final. As duas vagas na decisão ficaram com seleções patrocinadas pela Adidas: uma europeia e uma sul-americana, ambas com campanhas sólidas. A última vez que a Nike não teve um time na final foi em 2006, quando a Itália (Puma) venceu a França (Adidas).
A estratégia da Adidas para a final
A Adidas patrocinou 9 seleções no torneio, mas concentrou seus recursos em equipes com histórico de chegar longe. Segundo relatórios de mercado, a marca alemã investiu cerca de 30% a mais em contratos de longo prazo com federações de alto desempenho, enquanto a Nike optou por um portfólio mais amplo, incluindo seleções estreantes. Isso explica por que, mesmo com menos times, a Adidas dominou as fases finais.
O impacto no mercado de patrocínios
A ausência da Nike na final pode redefinir a briga por visibilidade na próxima Copa. Marcas como Puma e New Balance também ficaram de fora, mas a rivalidade Nike x Adidas é a mais acirrada. Dados da consultoria Sport+Markt indicam que a exposição de marca em uma final de Copa gera cerca de US$ 50 milhões em mídia espontânea para a patrocinadora. A Adidas, com duas seleções, pode dobrar esse valor.
E o que muda para o torcedor?
Para quem acompanha o futebol, a notícia reforça como as escolhas de patrocínio influenciam a narrativa do torneio. A Nike, que domina o mercado de chuteiras e uniformes, terá de repensar sua estratégia para 2030. Já a Adidas celebra o domínio, mas sabe que a próxima Copa pode trazer novas surpresas.
Perguntas Frequentes
Por que a Nike não tem seleções na final da Copa de 2026?
Porque as seleções patrocinadas por ela foram eliminadas nas fases anteriores. As duas finalistas são patrocinadas pela Adidas.
Qual foi a última vez que a Nike ficou fora de uma final de Copa?
A última vez foi em 2006, quando a Itália (Puma) venceu a França (Adidas).
Quantas seleções cada marca patrocinou em 2026?
A Nike patrocinou 13 seleções, e a Adidas patrocinou 9, segundo dados oficiais da FIFA.
A Adidas já dominou finais de Copa antes?
Sim, em 2014 a final teve Alemanha (Adidas) e Argentina (Adidas), repetindo o feito de 2026.
O que a Nike pode fazer para voltar a ter uma final?
Investir em seleções com maior potencial de chegar longe, em vez de ampliar o número de patrocínios, como fez a Adidas.
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