EBC destaca protagonismo da comunicação pública na TV 3.0
A EBC marcou presença no Fórum RNP 2026 e destacou o protagonismo da comunicação pública na transição para a TV 3.0, com a Plataforma Comum como primeiro ícone do novo sistema.
Quem acompanha o orçamento de perto sabe que cada novidade tecnológica chega com promessa de economia. No caso da TV 3.0, a novidade pode mudar a forma como você acessa serviços públicos sem pagar mais por isso. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) esteve no Fórum RNP 2026, realizado nesta semana em Brasília, para reforçar o papel da comunicação pública nessa transição.
O encontro, organizado pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP), é um dos principais eventos de tecnologia da capital federal, voltado para empresas, órgãos públicos e instituições do segmento. A apresentação da EBC foi conduzida pelo diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia, Braulio Ribeiro.
"Quero destacar o protagonismo da comunicação pública na transição para a TV 3.0, tendo o aplicativo da Plataforma Comum como o primeiro ícone do novo sistema", afirmou. "E também o protagonismo da EBC nesse projeto, tendo sido escolhida como a gestora da Plataforma Comum."
A Plataforma Comum é o ambiente dentro da TV 3.0 que reúne o conteúdo de todas as emissoras públicas, como TV Câmara, Senado e Justiça, além das emissoras da própria EBC, como TV Brasil e Canal Gov. A plataforma também oferece serviços de governo.
"Neste processo em que a televisão e a internet se encontram, de uma forma positiva, há um campo enorme para as políticas públicas", avaliou Braulio. Ana Eliza, que representou as Organizações Globo no evento, completou: "A convergência intencional entre internet e radiodifusão é um jogo de ganha-ganha. Usamos um ambiente de confiança das pessoas, que é a televisão brasileira, para levar mais produtos e, no caso do governo, mais serviços."
A RNP é uma rede de pesquisa que presta serviços a órgãos de governo, como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação, além de Comunicações e outros.
A TV 3.0 representa a maior evolução da televisão aberta desde a digitalização. O novo padrão integra radiodifusão e internet em um ambiente baseado em aplicativos, substituindo os canais numéricos tradicionais. A implantação será gradual e começará pelas grandes capitais.
A tecnologia promete experiência interativa e personalizada, com acesso a conteúdos ao vivo e sob demanda; serviços públicos digitais e novas funcionalidades de participação social; melhorias na qualidade da imagem, com transmissões em 4K e 8K, HDR e cores mais vivas; som imersivo; e recursos avançados de acessibilidade.
Para quem vive o aperto do cartão estourado, a notícia boa é que essa evolução pode significar mais serviços públicos acessíveis sem custo extra. A transição, porém, é gradual: começa pelas capitais e exige paciência até chegar a todas as regiões. TV 3.0 e serviços públicos como acessar TV digital gratuita