Disney demite em massa e atinge boa parte dos cargos da Pixar
A Disney realizou uma nova demissão em massa nesta terça-feira (21), afetando centenas de funcionários. A Pixar foi o estúdio mais atingido, com cortes focados em cargos de produção e operações. A medida faz parte de uma estratégia para reduzir o volume de produções e priorizar l
Disney demite em massa e atinge boa parte dos cargos da Pixar
A Disney realizou uma nova demissão em massa nesta terça-feira (21), afetando centenas de funcionários em diversas áreas. A Pixar foi o estúdio mais atingido, com cortes focados em cargos de produção e operações. A medida faz parte de uma estratégia para reduzir o volume de produções e priorizar lançamentos no cinema, mesmo com o sucesso de "Toy Story 5", que pode se tornar o longa de maior bilheteria da franquia.
Pixar é o estúdio mais afetado na nova leva de demissões
De acordo com um porta-voz da Disney, a maioria das demissões nos estúdios ocorreu na Pixar. Os cortes também atingiram a ESPN, muitos relacionados à integração da NFL Network, além da Disney Entertainment Television e dos estúdios da Disney. No grupo de TV, a National Geographic foi a mais impactada.
O anúncio foi feito aos funcionários junto ao comunicado geral, ainda na terça-feira. Essa é a segunda demissão em massa da companhia em 2025. Em abril, a Disney já havia cortado cerca de 1.000 funcionários em funções de marketing nos estúdios, canais de TV, ESPN, departamentos de produtos e tecnologia e grupos corporativos.
Estratégia de cortes: otimização e foco em qualidade
Na ocasião anterior, o recém-nomeado CEO da Disney, Josh D'Amaro, afirmou em comunicado que a estratégia era otimizar as operações em diversas áreas, buscando uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro.
Agora, os cortes na Pixar estão concentrados em cargos de produção e operações. Uma fonte familiarizada revelou à Variety que as mudanças estão atreladas ao novo sistema do estúdio: diminuir o volume geral das produções e focar em qualidade, visando retomar grandes lançamentos no cinema. Isso reduz o fluxo de produções exclusivas do streaming.
O que muda para o consumidor
Para quem acompanha os lançamentos da Pixar, a tendência é ver menos filmes saindo direto para o Disney+. Durante a pandemia, títulos como "Soul", "Luca" e "Red" foram lançados exclusivamente na plataforma. Na visão dos executivos, isso acostumou o público a assistir aos filmes do estúdio em casa, em vez de ir ao cinema.
Com a nova estratégia, a Pixar pretende concentrar esforços em produções para as telonas. Isso pode significar menos lançamentos por ano, mas com maior apelo comercial e qualidade percebida. O sucesso de "Toy Story 5" reforça essa direção: o filme pode se tornar o maior da franquia, mostrando que o público ainda responde bem às animações no cinema.
Impacto nos negócios da Disney
A demissão em massa reflete um movimento mais amplo de reestruturação no conglomerado. Além da Pixar, os cortes na ESPN estão ligados à integração da NFL Network, indicando que a empresa também está ajustando sua grade esportiva. A National Geographic, por sua vez, sofreu a maioria dos cortes no grupo de TV.
Para o pequeno e médio empresário que acompanha o mercado de entretenimento, o caso mostra como a gestão de caixa e a priorização de canais de receita podem levar a decisões difíceis. A Disney está trocando volume por margem, algo que qualquer dono de negócio reconhece: às vezes, cortar para crescer é a única saída.
Perguntas Frequentes
Quantos funcionários a Disney demitiu nesta terça-feira?
A Disney cortou centenas de empregos em diversas funções corporativas, mas o número exato não foi divulgado pela empresa.
A Pixar foi o estúdio mais afetado?
Sim, a maioria das demissões nos estúdios ocorreu na Pixar, com foco em cargos de produção e operações.
Por que a Disney está demitindo?
A empresa busca otimizar operações e tornar a força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada, segundo o CEO Josh D'Amaro.
Isso afeta os lançamentos no Disney+?
Sim, a Pixar pretende diminuir o volume de produções exclusivas do streaming e focar em lançamentos no cinema.
Quando foi a última demissão em massa da Disney?
Em abril de 2025, a Disney cortou cerca de 1.000 funcionários em áreas de marketing, TV e tecnologia.