Economia

Desaprovação de Lula sobe a 53,8%, diz AtlasIntel

ResumoPesquisa AtlasIntel Bloomberg registrou desaprovação de Lula em 53,8% em setembro de 2025, terceira alta consecutiva do indicador. A aprovação do presidente ficou em 43,7%, e 2,5% dos entrevistados não souberam responder. O levantamento ouviu 5 mil pessoas entre 4 e 9 de setembro.

Levantamento AtlasIntel Bloomberg aponta desaprovação de Lula em 53,8%, terceira alta consecutiva. Aprovação é de 43,7% e 2,5% não souberam responder. Pesquisa ouviu 5 mil pessoas entre 4 e 9 de setembro.

Marcelo Iorio
Marcelo Iorio Consultor de planejamento empresarial · 10 de setembro de 2026
Desaprovação de Lula sobe a 53,8%, diz AtlasIntel

A desaprovação do eleitor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 53,8%, segundo a pesquisa AtlasIntel Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (10). É o terceiro mês seguido de alta. A aprovação ficou em 43,7%, e 2,5% não souberam responder.

O avanço é de 0,8 ponto percentual sobre agosto, quando a desaprovação era de 53%. Em julho, o índice estava em 51%. O movimento é gradual, mas consistente.

O levantamento ouviu 5 mil pessoas entre 4 e 9 de setembro, em todas as unidades federativas. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01452/2026.

Rejeição se concentra em regiões e entre evangélicos

O Centro-Oeste aparece como a região mais crítica: 78,6% dos entrevistados citam Lula negativamente. No Norte, a desaprovação é de 66,2%, e no Sul, de 66%.

Entre evangélicos, o índice chega a 64,9% de menções negativas. Já entre os sem religião, a desaprovação é de 57%.

Avaliação do governo fica estável dentro da margem

A avaliação negativa da gestão petista recuou 0,2 ponto, de 51% para 50,8%. A aprovação do governo subiu de 37% para 38,3%, e os que consideram a gestão regular caíram de 12% para 10,8%. As variações ficam dentro da margem de erro.

As entrevistas captaram parcialmente o impacto da crise no Supremo Tribunal Federal, motivada por informações vazadas nas investigações sobre o Banco Master e o filme Dark Horse, de Jair Bolsonaro. Integrantes da campanha petista têm criticado a condução da estratégia para a disputa do quarto mandato.

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